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24 September 2014
viajo nas pessoas
Diário do primeiro dia do outro lado do Atlântico: 1) aprender a falar o inglês é sobrevivência, sim; 2) o mundo é muito maior, sim; 3) nossa intuição é teimosa, sim; 4) existe gente do bem, sim, em tudo quanto é lugar; 5) ainda existe muita cordialidade por aí, sim. 6) independe de onde o sujeito é: qualquer carrancudo abre o sorriso, sim, diante de outro com sorriso [espontâneo], sim.
11 August 2014
"tudo em você é fullgás..."
Meu grande problema continua sendo a transitoriedade. Meu carro transformou-se num apartamento. Pena que não tenho um frigobar e as marchas não são automáticas. De resto, o que procuro eu encontro nele. Do alimento ao agasalho, da música ao silêncio gelado do ar. Não me reconheço mais fora do carro. É como se eu não me desvinculasse da condição de motorista. Há exceções, como toda regra. Não conseguiria ser taxista. Não suportaria que me mandassem virar à esquerda ou me ensinar o caminho, apontando o dedo com um mapa no colo. Não gosto de comandos de voz do gps ou de co-pilotos. Se eu estiver em tpm, melhor não abrir a porta do passageiro. Me deixe só com meus botões. Eu me entendo. Eu me suporto. A estrada é para mim como o teclado. Gosto de escrever tanto quanto gosto de dirigir. Mas sempre com liberdade. O doutorado, tadinho, não me aceita tão rebelde. Me cobra atenção e disciplina. Já eu, sigo sozinha, confiante, com as mãos no volante e a cabeça sabe-se-lá-onde. Meus pensamentos são tantos e tão tortos. Ando ansiosa com as minhas novidades que eu mesma provoco e invento em meus dias. Penso tanto que dói. Sinto tanto que choro. Gosto de pensar que isso é um momento que vai passar. De tudo o que é sólido em meu universo, eu pressinto que não consigo tocar em nada.
A escrita correta é FUGAZ, mas o título do post é trecho da música Fullgás, do Álbum Fullgas, de Antônio Cícero e Marina Lima (1988).
21 August 2013
da véspera
Que eu me lembre, nem nos tempos em que eu frequentava uma escola, como uma simples colegial, eu gozei férias em pleno agosto. Os calendários escolares nunca me permitiram tal evento. Portanto, ou estive estudando ou estive estudando e trabalhando. Com quase cinco semanas inteiras, este mês sempre foi vivido à exaustão e com muito cansaço. E foi uma greve de 4 meses, que provocou essa desordem em meu universo particular, sempre guiado pelo "ano letivo".
26 July 2013
"faço longas cartas pra ninguém..."
Não cheguei até Natal. Nunca estive em Fortaleza. Duas cidades, em dois estados, que pretendo aterrissar, ainda esse ano. Metas bobas, obviamente, já que posso fazer isso, em dois tempos. Até em um tempo só. A estrada é uma só. Entre curvas, setas e declínios, eu poderei cumprir a promessa de conhecer a região nordestina [na íntegra] e rapidamente.
Estar em João Pessoa, nesse momento em que escrevo, faz parte disso. Mais que participar de um evento, quis muito conhecer a Paraíba e seus encantos. Pouco pude ver e sentir, já que a ida para UFPB era e foi a razão dessa viagem curta, de dois dias e meio.
Voltarei para Maceió sem saber direito como funciona esse estado. Felizmente pude visualizar os coqueiros daqui, e perceber o quanto são tão distintos dos de lá. São pequenos, enfileirados. Dominam a orla, as casas de muros baixos, os suntuosos prédios, as novas edificações, os canteiros das avenidas principais.
João Pessoa é uma capital com ares de interior. Me sinto "em casa", ao lado de minha amiga-irmã Ana e na casa deles, do paraibano e da sua pernambucana, tão acolhedores e humanos.
Os meus diários de bordo, ultimamente, mais parecem devaneios. Procuro dar vida às coisas que sinto. Na escrita parecem menores. Deve ser o clima, que me intimida. A tosse ainda não cessou. O desconforto está presente. Me sinto impedida de fazer mais do que faço. Sinto sono de dia, entorpecida pelo xarope, com gosto de infância.
Meus dias estão bem medianos. Seguem iguais, mesmo estando eu, em lugares diferentes. Um sonho? Ah, como eu gostaria de ter para quem voltar. Fico imaginando o quanto seria bom que alguém estivesse, de braços abertos e olhar terno, me esperando, no desembarque. Quem é mesmo que me espera em solo alagoano? Ah, sim, o meu carro. Está lá, obediente e estacionado, esperando que eu dê uma nova partida.
Enquanto escrevo, já no inferno astral do môblog, insisto comigo: esqueça essa música ou siga [mais] confiante.
"lá mesmo esqueci
Estar em João Pessoa, nesse momento em que escrevo, faz parte disso. Mais que participar de um evento, quis muito conhecer a Paraíba e seus encantos. Pouco pude ver e sentir, já que a ida para UFPB era e foi a razão dessa viagem curta, de dois dias e meio.
Voltarei para Maceió sem saber direito como funciona esse estado. Felizmente pude visualizar os coqueiros daqui, e perceber o quanto são tão distintos dos de lá. São pequenos, enfileirados. Dominam a orla, as casas de muros baixos, os suntuosos prédios, as novas edificações, os canteiros das avenidas principais.
João Pessoa é uma capital com ares de interior. Me sinto "em casa", ao lado de minha amiga-irmã Ana e na casa deles, do paraibano e da sua pernambucana, tão acolhedores e humanos.
Os meus diários de bordo, ultimamente, mais parecem devaneios. Procuro dar vida às coisas que sinto. Na escrita parecem menores. Deve ser o clima, que me intimida. A tosse ainda não cessou. O desconforto está presente. Me sinto impedida de fazer mais do que faço. Sinto sono de dia, entorpecida pelo xarope, com gosto de infância.
Meus dias estão bem medianos. Seguem iguais, mesmo estando eu, em lugares diferentes. Um sonho? Ah, como eu gostaria de ter para quem voltar. Fico imaginando o quanto seria bom que alguém estivesse, de braços abertos e olhar terno, me esperando, no desembarque. Quem é mesmo que me espera em solo alagoano? Ah, sim, o meu carro. Está lá, obediente e estacionado, esperando que eu dê uma nova partida.
Enquanto escrevo, já no inferno astral do môblog, insisto comigo: esqueça essa música ou siga [mais] confiante.
"lá mesmo esqueci
que o destino
sempre me quis só".
Título da postagem e trecho da canção Inverno, Composição: Adriana Calcanhotto / Antônio Cícero (1994)
6 July 2013
depois da tempestade...
Minhas viagens para o norte do país tem sido sempre penosas e intensas. Descubro maravilhas naturais e belezuras de pessoas. E me deparo com situações que não tenho controle algum sobre os eventos. São horas de espera nos aeroportos, conexões enfadonhas, dores musculares e sustos indevidos. Essa última foi assim:
31 March 2013
entre páscoas e beijos
Dependendo de onde se esteja, uma viagem para o norte do Brasil não é só feita de escalas ou conexões cansativas. É feita, sobretudo, de pausas desgastantes, que estimulam a produção [em série] das nossas expectativas. Geram ansiedade. E foi assim: essa última que agora começo o relato. Viaje comigo. Pode soltar os cintos, reclinar a poltrona, relaxar e usar qualquer aparelho eletrônico. Eu deixo!
14 February 2013
um amor apurado
Ode ao Rio? Será isso aqui, de novo, mais uma declaração de amor ao Rio de Janeiro, FEVEREIRO e março? Será que cairei no lugar comum? O que importa o que será esse texto? Escrevo para mim, sobre mim, por mim. Não quero somar às falas alheias dos que criticam, dos que desdenham, dos que julgam conhecer. Eu não critico, não desdenho, não julgo. Sequer conheço. São ensaios ou apenas rascunhos deliciosos. Não sou tão pretensiosa, assim.
Pensando melhor, [para mim] o Rio não é só carnaval, nem sambódromo, não é a terra predileta dos globais e famosos, não é só zona sul, não se resume aos quinze maravilhosos minutos de fogos na praia de copacabana. O estado do Rio é muito mais. Belezas exuberantes, problemas latentes, gente que dança, que canta, que vende, que se enfeita, que sofre, que fala gíria e tem sotaque com melodia.
Não creio ser a terra dos cariocas. Talvez dos cariocas e demais moradores e visitantes dos quatro cantos do mundo que ajudam a valorizar a cidade, a cuidar do ambiente, a fazer crescer a economia, para além do turismo. Não, definitivamente não o lugar de cariocas não-éticos, que se vangloriam do rótulo de esperto, que cantarola que "malandro, malandro, e mané é mané", mesmo sendo eu a falar disso, contraditória por natureza, e fã incondicional do bom samba de Diogo Nogueira.
Simplesmente vivo o Rio, do jeito que se apresenta para mim: caloroso, aquecido com tantas possibilidades, culturalmente fervoroso. De certo, esse é um dos dois principais motivos de meu encantamento quando observo cenas, cenários, pessoas e pessoas; quando circulo por suas ruas.
O outro? Quando aqui estou, e mesmo estando longe, tenho uma família que me absorve e me emociona. Tenho uma tia-amiga linda, melhor parceira de qualquer programa e no meu predileto: conversar na cozinha da sua casa. Não há como ir embora sem querer retornar. Não há como experimentar petiscos e provar sabores, sem querer repeti-los. Não há como querer envelhecer longe disso tudo, que me faz bem e me banha a alma. Amo, amo, amo.
Pensando melhor, [para mim] o Rio não é só carnaval, nem sambódromo, não é a terra predileta dos globais e famosos, não é só zona sul, não se resume aos quinze maravilhosos minutos de fogos na praia de copacabana. O estado do Rio é muito mais. Belezas exuberantes, problemas latentes, gente que dança, que canta, que vende, que se enfeita, que sofre, que fala gíria e tem sotaque com melodia.
Não creio ser a terra dos cariocas. Talvez dos cariocas e demais moradores e visitantes dos quatro cantos do mundo que ajudam a valorizar a cidade, a cuidar do ambiente, a fazer crescer a economia, para além do turismo. Não, definitivamente não o lugar de cariocas não-éticos, que se vangloriam do rótulo de esperto, que cantarola que "malandro, malandro, e mané é mané", mesmo sendo eu a falar disso, contraditória por natureza, e fã incondicional do bom samba de Diogo Nogueira.
Simplesmente vivo o Rio, do jeito que se apresenta para mim: caloroso, aquecido com tantas possibilidades, culturalmente fervoroso. De certo, esse é um dos dois principais motivos de meu encantamento quando observo cenas, cenários, pessoas e pessoas; quando circulo por suas ruas.
O outro? Quando aqui estou, e mesmo estando longe, tenho uma família que me absorve e me emociona. Tenho uma tia-amiga linda, melhor parceira de qualquer programa e no meu predileto: conversar na cozinha da sua casa. Não há como ir embora sem querer retornar. Não há como experimentar petiscos e provar sabores, sem querer repeti-los. Não há como querer envelhecer longe disso tudo, que me faz bem e me banha a alma. Amo, amo, amo.
11 February 2013
da [minha] impotência
Era pra estar em festa. Era pra ser alegria do início ao fim de cada dia de carnaval, aqui nessa cidade que amo e é de fato maravilhosa. Me sinto como um palhaço, que embora tenha um belo sorriso desenhado no rosto, também carrega uma profunda tristeza, bem lá no fundo dos olhos, para quem o observa mais atentamente.
Sei que deveria esquecer essa bobagem de inferno astral. Sei que deveria eliminar os dissabores e cair na folia. Poderia beber e ficar entorpecida, para emendar uma euforia atrás da outra. Mas a bebida trava, a emoção trava, o coração aperta. Nada desce.
Sei que deveria esquecer essa bobagem de inferno astral. Sei que deveria eliminar os dissabores e cair na folia. Poderia beber e ficar entorpecida, para emendar uma euforia atrás da outra. Mas a bebida trava, a emoção trava, o coração aperta. Nada desce.
21 January 2013
ou acolá...
Desde o final de dezembro que ando com o pé no acelerador. O carro acumulando marcas de asfalto e estradas de terra. Eu, sem nenhum concreto, com a cabeça [sempre] nas alturas. Outro dia, conversando com uma amiga, ela me disse que eu era uma perfeita materialização da menina ALICE, aquela mesma, do país das maravilhas. Claro que fui convencida a concordar com a comparação.
10 November 2012
A paquera continua
Já visitei São Paulo algumas vezes, desde os meus tempos de adolescente, quando era magricela e de olhos curiosos. Tudo bem, os 15 anos ficaram para trás e a magreza, infelizmente, também. O olhar continua questionador, que gosta de vasculhar até o que é impossível de se enxergar.
As idas para Sampa sempre aconteceram em função de eventos de trabalho e congressos de Psicopedagogia. Só mais recentemente, vivi dias de turista em férias, em janeiro de 2011, quando escrevi o post Gotículas da nova paquera, numa tentativa de registrar minhas novas impressões da selva de pedra.
Lembrando sobre o que já conheci por lá, me dou conta que cheguei até Guarujá, a terra prometida [ou mais próxima] para se curtir os veraneios. Me lembro vagamente de ter conhecido a vila, o comércio local, as praias de areia dura, cinzenta, de ondas fortes e gigantes.
E foi assim: que aconteceu uma nova viagem, desta vez, para outro 'pedacinho' desse estado gigantesco.
As idas para Sampa sempre aconteceram em função de eventos de trabalho e congressos de Psicopedagogia. Só mais recentemente, vivi dias de turista em férias, em janeiro de 2011, quando escrevi o post Gotículas da nova paquera, numa tentativa de registrar minhas novas impressões da selva de pedra.
Lembrando sobre o que já conheci por lá, me dou conta que cheguei até Guarujá, a terra prometida [ou mais próxima] para se curtir os veraneios. Me lembro vagamente de ter conhecido a vila, o comércio local, as praias de areia dura, cinzenta, de ondas fortes e gigantes.
E foi assim: que aconteceu uma nova viagem, desta vez, para outro 'pedacinho' desse estado gigantesco.
5 November 2012
muitas viagens numa só
Estou fervilhando. O coração, tranquilo. As ideias, latejantes. Vésperas da crise resultante da TPM deste mês. Quanto mais elimino os pensamentos conflitantes, novos surgem e se apossam, à revelia, do meu tempo, de mim. O meu sossego tem nome e sobrenome: JANEIRO, Rio de.
Esse título já faz parte dos meus referenciais autobibliográficos. As normas da ABNT dos meus dias bem vividos começam e terminam aqui, nessa cidade que faz parte "desse país tropical onde moro, que é abençoado por Deus e bonito por natureza".
Se tem uma coisa que amo é plagiar músicos como Ben Jor, que sabem reverenciar uma cidade como esta, exatamente como o faz Lenine, que nos convoca e nos instiga a conhecer e a experimentar as belezuras de cá e de lá!
Esse título já faz parte dos meus referenciais autobibliográficos. As normas da ABNT dos meus dias bem vividos começam e terminam aqui, nessa cidade que faz parte "desse país tropical onde moro, que é abençoado por Deus e bonito por natureza".
Se tem uma coisa que amo é plagiar músicos como Ben Jor, que sabem reverenciar uma cidade como esta, exatamente como o faz Lenine, que nos convoca e nos instiga a conhecer e a experimentar as belezuras de cá e de lá!
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amor,
Diário de bordo
Local:
Rio de Janeiro - RJ, Brasil
31 October 2012
O Rio de Janeiro
continua lindo
continua sendo
acontecendo
amanhecendo
endoidecendo
amortecendo
rua
rua
crua
nua
nua
enchente
gente
eu
finalmente
contente
21 September 2012
Um bate-volta
Estou com o pé na estrada nesse primeiro mês primaveril. Percorri algumas deliciosas e lindas praias de Pernambuco e degustei caranguejos magros em Sergipe.
Viajar dirigindo é diversão e tensão, constantes. Observar as mudanças nas paisagens, checar horário e nível do combustível, ouvir baladinhas, dar umas pausas para esticar as pernas, pro xixi, além dos lanchinhos.... todo esse conjunto de situações, me estimulam a prosseguir com o pé no acelerador, e o foco no trânsito pesado das rodovias no nordeste.
Viajar dirigindo é diversão e tensão, constantes. Observar as mudanças nas paisagens, checar horário e nível do combustível, ouvir baladinhas, dar umas pausas para esticar as pernas, pro xixi, além dos lanchinhos.... todo esse conjunto de situações, me estimulam a prosseguir com o pé no acelerador, e o foco no trânsito pesado das rodovias no nordeste.
13 September 2012
Estradas, mares e corais
"Viajar é um ato de desaparecimento, escreveu certa vez Paul Theroux, um dos escritores mais bem-sucedidos na arte de narrar suas andanças pelo mundo. É uma frase ambígua, pois parece verdadeira apenas do ponto de vista de quem fica. O viajante realmente desaparece pra nós – aliás, desaparecia, pois nestes tempos cibernéticos ninguém mais consegue manter-se inalcançável. Já para aquele que parte, viajar não é um ato de desaparecimento. Ao contrário, é quando ele finalmente aparece para si mesmo."
Martha Medeiros, publicado no Zero Hora em 08/08/2012
Um autor dentro de outro. Agora, dois autores dentro de mim. Quando me ler, dois autores dentro de nós. Não é mesmo fantástico viajar pela leitura? Confesso que amei essa citação daí de cima. É exatamente assim que concebo uma boa viagem: quando me encontro, e melhor ainda, quando desapareço até para mim, tamanha a força de ser sugada pela experiência do novo lugar, da nova cultura, dos novos sabores, do povo que ali reside- com seus sotaques, rotinas, crenças, jeitos e trejeitos.
Concordo que o aparato tecnológico com direito à gps, whatsapp, facebook e câmeras, aplicativos ativados nos celulares, nos intimidam a nos mantermos "conectados". É como se para viajar, precisássemos também ser monitorados. Amigos e familiares cobram pelo "check in", pelo envio das imagens mais recentes. Talvez para acompanhar. Talvez por saudade. Talvez por segurança. E nós? Ah, talvez por vaidade. Ou tudo junto. Penso ainda que essa é uma realidade virtualizada que parece fazer parte do grande boom cibernético do século XXI.
22 April 2012
Na casa dela
Tem calor, ventilador, fotos antiguinhas, banana frita, cheiro de família, geladeira cheia, coração transbordando, panelas empilhadas, interfone que toca o tempo todo, filhos que chegam, netos que gritam, risos, choros, abraços, afagos, almofadas pelo chão, canela pra filha-viajante, televisão ligada, porta aberta, armário gigante, quarto pequeno, ar gelado, ar quente, picanha assada, cortadinho de abóbora com quiabo, barulho de vida, zoada de gente, brinquedos do mais novo, malas espalhadas. Amor, amor de mãe. E agora, saudade redobrada.
9 April 2012
Estranho, hein?
| Visite JÁ |
Mas é possível casar viagem com turismo quando, antes de definirmos o próximo roteiro turístico, temos uma vasta referência do novo lugar, sobretudo quando elegemos num feriado prolongado, por exemplo.
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viajenaimagem
Local:
Grande, Barra - BA, Brasil
10 February 2012
Mais do mesmo
Adoro essa expressão. Resume sempre o que eu gostaria de sentir, ou de não sentir, de viver ou de não viver. Muito útil para denominar aquelas situações em que percebo o sinal de repetição buzinando alto, me alertando pra tomar um atalho bem rápido.
Tenho quase certeza de que ando vivendo em ciclos. Ciclos idênticos. Pra minha sorte, no próximo dia 19, esse festival de grandes desabamentos terminarão. Ou vão recomeçar, vai saber? De forma mais amena, creio eu. Uma fase 'menos do mesmo'. Já estou na torcida.
Tenho quase certeza de que ando vivendo em ciclos. Ciclos idênticos. Pra minha sorte, no próximo dia 19, esse festival de grandes desabamentos terminarão. Ou vão recomeçar, vai saber? De forma mais amena, creio eu. Uma fase 'menos do mesmo'. Já estou na torcida.
31 January 2012
A saudade
Sei que me acompanha, pra onde quer que eu decida ir. Impressionante viver, assim, sendo perseguida. Por mais que eu me ocupe em querer destruí-la ou compensá-la, não adianta o esforço. Ela não se dissolve. Quem dera minhas milhas acumulassem como essa danada que sinto, estando eu aqui, ali ou acolá.
Hoje à noite, mais um festival de despedidas e abraços. Dela, não me despeço. Me parece que fiz um pacto, do tipo: aonde eu for, você vem junto! Ela é obediente. Chega primeiro que eu. Sabe aquela história de sentir falta do que ainda nem se viveu? Isso ocorre comigo, o tempo todo.
Hoje à noite, mais um festival de despedidas e abraços. Dela, não me despeço. Me parece que fiz um pacto, do tipo: aonde eu for, você vem junto! Ela é obediente. Chega primeiro que eu. Sabe aquela história de sentir falta do que ainda nem se viveu? Isso ocorre comigo, o tempo todo.
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23 January 2012
A lua de mel foi nossa!
Pensei ter esgotado as minhas palavras, mas veio uma nova viagem, ou um punhado de viagens curtas, e me esqueci disso.
O casamento tão aguardado aconteceu, divertiu, encantou e findou. Partimos, então, para a nossa tão sonhada lua de mel.
Optamos por uma pousada charmosa, com uma piscina convidativa, bem distante das confusões do centro e bem próxima à praia mais badalada de Porto Seguro.
O casamento tão aguardado aconteceu, divertiu, encantou e findou. Partimos, então, para a nossa tão sonhada lua de mel.
Optamos por uma pousada charmosa, com uma piscina convidativa, bem distante das confusões do centro e bem próxima à praia mais badalada de Porto Seguro.
12 January 2012
Deixa o verão pra mais tarde
Aqui em Conquista faz muito frio, em pleno mês de janeiro.
O clima de veraneio, junto com as minhas tentativas de me bronzear para o casório do próximo sábado, à beira da piscina com os meus queridos, por ora ficarão no armário, ou melhor, na geladeira, junto com as peças pequenas.
O clima de veraneio, junto com as minhas tentativas de me bronzear para o casório do próximo sábado, à beira da piscina com os meus queridos, por ora ficarão no armário, ou melhor, na geladeira, junto com as peças pequenas.
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