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1 March 2019

que o amor prevaleça

Toda morte nos coloca em alerta sobre quem somos, sobre quem nos tornamos com o passar dos anos... e sobre como precisamos nos acostumar com um fato muito doloroso: a vida é um piscar. Somos impotentes. Isso não muda, embora gostemos de milagres.
A gente se apega a tanta besteira, deixa de dar atenção e valoriza tão pouco as pessoas com quem convivemos! Tudo em função do tempo dedicado ao trabalho e às nossas muitas vaidades. Tudo é matéria? Não. Tudo evapora. Tudo se vai.
Aos 49 já entendi que, diante das minhas escolhas, eu não tive como gerar outra vida. Mas sou aquele tipo de ser humano que sofre pela dor alheia, como se mãe fosse.
É uma dor abstrata, intensa. E como a gente consegue se reinventar, para vida fazer algum sentido ou voltar a ter alguma graça, após a partida de um alguém que muito amamos?
A empatia nasce com a gente? É do ser humano ser solidário? Deveria ser de nascença.
Todo ser humano, a despeito de qualquer condição, deveria sair do seu umbigo e se colocar no lugar do outro. Esse é um exercício que nos humaniza.
Lula tem que ir abraçar o filho. É um tipo de elo, de amor, que nunca deveria ser impedido.
Que o abraço e o silêncio nos libertem das nossas mazelas e dos nossos egoísmos.

21 October 2018

"vire a esquerda, você chegou ao seu destino"

- e essas eleições, hein?
- pois é... o clima esquentou, mas acho que o coiso vai ganhar.
- por que você chama ele de "coiso"?
- porque não é bom falar o nome dele. Tenho vergonha.
- olha, eu também tenho. Mais que vergonha, eu tenho medo.
- a senhora vai votar no PT?
- eu vou votar contra o coiso.
- isso aí, eu não sou petista, nem gosto dele, pra falar a verdade. Mas prefiro votar no PT e não levar essa culpa depois. Minha mulher é professora e ela quem banca as despesas em minha casa. Com o uber, eu não consigo.
- você tem ensino superior?
- tenho sim! Sou analista de sistemas e fui demitido ano passado. A empresa deixou de assinar a carteira e não pagou o FGTS e nem salário-desemprego.
- oh... que desastre. Reforma trabalhista gerou muito desemprego. Culpa de Temer.
- sim, foi ele, aquele miserável.
- vamos seguir lutando e virando votos!
- sim!

19 October 2018

mais uma reflexão em tempos eleitoreiros

Fazer propaganda de um sujeito sem nenhuma virtude, é no mínimo contraditório quando se traz à tona a bandeira “de contra a corrupção” e justamente associando isso à Bolsonaro.
Ele, além de corrupto, é desonesto. Esteve no JN anunciando um kitgay que NUNCA foi encomendado nem circulado em escolas.
Ele é desonesto porque sonega impostos.
Ele é desonesto porque faz uso do auxílio-moradia mesmo tendo imóvel próprio. Se fosse honesto, abriria mão desse auxílio, porque é recurso público indo pra alguém que não precisa.
Ele é desonesto porque está fazendo uma campanha sem debate, ferindo a democracia como regime deste Estado chamado Brasil. Se você odeia o PT, e todas as suas propostas, pense em cada criança que está em plena fase de alfabetização. O cara está propondo ensino a distância para crianças!! Isso não te faz pensar quanto  será danoso para todos os brasileiros que não dispõem de recursos e se mães e pais trabalham, não terão como cuidar dos seus filhos que não terão mais escolas??
Veja para além do seu ódio.
Eu tenho inúmeras críticas ao PT, mas sei que nossa democracia está por um fio.
Esse cara é, além de desonesto, corrupto confesso, que não declara todos os seus bens, e ainda é apaixonado pelo torturador USTRA.
Jair Messias Bolsonaro é também homofóbico, machista e racista.

Essa é a mudança que precisamos?
Esse será um Brasil melhor?
Pergunte-se.
Reflita.
Reflita.

6 October 2018

sou de esquerda, muito prazer!

A nação brasileira é contra a corrupção”.

Essa afirmação, embora seja politicamente correta, implica repensarmos o que carrega implicitamente de recado. 

Não conheço ninguém que diria ser a favor da corrupção . Até os corruptos mentem e dizem que são contra!

É a nação contra a corrupção ou APENAS contra a corrupção do PT? A corrupção dos demais não assusta? Não gera indignação? Um candidato que tem seu patrimônio ampliado sendo parlamentar, não é um corrupto ou ainda não foi investigado?

O antipetismo faz brotar a ideia de que qualquer candidato da esquerda é do PT, por isso tem que ser combatido. 

Mas ora, a corrupção é estruturante na política brasileira! É preciso uma reforma política, com certeza!! E claro, não podemos esquecer que muitos  políticos de diversos partidos também são alvo de investigação, inclusive dos que estão no poder, que não são do PT. 

Além disso, sabemos que muitos processos de partidos que não são do PT estão arquivados, em primeira instância, a despeito de provas materiais e não apenas de delações. 

Dilma Roussef saiu do poder em 2016 e a corrupção continuou firme e forte. De lá pra cá temos tido aumento de inflação, de desemprego, de gasolina. Na lógica elitista, contrária à crise, o salário dos juízes aumentou. Nenhum benefício foi retirado do legislativo. 

Tem gente esperta e corrupta que não abre mão  do auxílio-moradia, mesmo tendo imóveis próprios, assim mesmo no plural. 

A atuação perigosa e desastrosa de temer continua a galope. A corrupção não saiu com a saída do PT porque temos muito mais corruptos atuando para não acabar com a corrupção. Tem gente grande lucrando com isso. 

Se a justiça tem sido seletiva, e por isso falha mas não tarda, prefiro acreditar que tem gente honesta e que pode devolver ao Brasil um mundo com mais oportunidades. 
Só identifico essa possibilidade entre os candidatos da esquerda. 

A junção de Haddad com Manuela Dávila, por exemplo, me agrada muito. São dois partidos, unidos por uma proposta que prevê investimentos sociais importantes nas áreas de educação, saúde e emprego.


Acredito neles. Acredito que podem juntos brigar por um Brasil melhor e continuarmos combatendo a corrupção independente do partido político associado, lembrando ainda que tem político que muda de partido.

7 August 2018

Moção de repúdio: em respeito à memória de Anamelea de Campos Pinto

Essa moção de repúdio é contra toda e qualquer forma leviana de exposição desmedida da vida privada de qualquer um de nós, em especial de Anamelea de Campos Pinto, que faleceu em 04 de julho de 2018.

11 December 2016

Mensagem antecipada de natal (ou ainda acredito no poder das palavras)

Foi melhor fazer essa mensagem logo agora. Depois as mensagens natalinas ficam tão iguais.... depois ninguém vai notar, por exemplo, a diferença entre se desejar um Feliz Natal e um Natal Feliz.
Fato que esse mimimi da ocasião contamina toda a gente (como dizem os meus amigos portugueses). E o meu mimimi desse período, difere bastante dos demais períodos.

2 September 2016

perderam eles

Recentemente fui avaliada de forma equivocada, num processo seletivo. 
Questionaram e concluíram as avaliadoras que eu não atuava, não estava alinhada e não tinha produção acadêmica sobre gestão e política educacional, por ser eu psicopedagoga e também pesquisar sobre questões étnico-raciais. 
Ora, se tivessem tido o cuidado e a devida atenção com minhas comprovações do currículo; tivessem lido apenas o resumo de um dos meus artigos e, ainda, saíssem dos seus quadrados, que disciplinam saberes, chegariam a conclusão de que o conhecimento é circular. 
E eu? Sou redonda. 
Perderam a oportunidade de serem justas. 

17 August 2016

há vaias e vaias: o que é ser cordial no Brasil?

"Onde foi parar o homem cordial?" Uma boa pergunta que cabe diferentes análises. Será que tivemos bons modelos europeus de cordialidade nos idos 1500? Como trataram índios habitantes nas terras tupiniquins? Como trataram os africanos submetidos ao regime da escravidão? Aprendemos a ser cordiais, verdadeiramente? Aprendemos o que é XENOFOBIA? Construímos muros entre pessoas, gêneros, raças, nações? Construímos preconceitos horríveis? Aprendemos a hostilizar? Essas deveriam ser as perguntas em uma manchete. Cordial como? Desde quando? Pra quem?? Pode ser seletiva? Cabe aqui, não cabe acolá? Quando vaiam e xingam em alto e bom som, aos gritos, numa via PÚBLICA, uma mulher de "VACA", "PUTA", por ela defender a DEMOCRACIA, num país que a está perdendo, a cordialidade reside em que, em quem??? Vaiar é um gesto agressivo e muito simbólico sim, e não de hostilidade apenas, mas, de certo modo, também de um patriotismo equivocado. Muita gente não sabe respeitar ou ser cordial com certos brasileiros e certas brasileiras, imagine se serão com quem vem de fora?? Outra prova de não-cordialidade à brasileira: nosso país está hoje governado por um vice-presidente usurpador, que conquistou o lugar por puro golpismo e traição a quem a ele se aliançou. Merece vaias? No meu entendimento, merece sim. Muita gente o rejeita e ele bem sabe os motivos. Do contrário não TEMERia aparecer em locais públicos. Ele sequer aparece para defender-se. Vai nos dizer o que? Não consegue. Agora um atleta de outra nacionalidade ser vaiado por uma torcida? Faça-me o favor, isso já é uma marca das arenas da vida e do mundo. Isso não é espírito olímpico, é completamente abominável!!! Concordo. Não fomos cordiais com Leticias. Não fomos cordiais com franceses. Não somos cordiais com negros, negras, idosos, idosas, e com a comunidade LGBT. Precisamos aprender a ser cordiais com todos os seres humanos, animais, com a nossa natureza. A empresa que poluiu rios e mares não foi nada cordial. A boa educação vem de berço? Não, mas pode e deve ser construída cotidianamente. Finalmente, FORA TEMER!
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Observação importante: esta postagem é uma "resposta-pergunta" ao jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, que publicou a matéria: As vaias ao francês Lavillenie mostram que a cultura do ódio triunfou entre nós.

10 August 2016

e hoje um pássaro me atacou

Dizem que é sorte. Não faço ideia se sim ou se não. Embora adore e brinque saber de signos, sou cética. E hoje um pássaro, alçando voo, me acertou a testa. Fiquei com sua marca de unha cravada na minha pele. E hoje um pássaro me atacou. Não fiquei com raiva dele. Vai ver ele estava com raiva de mim. Também não sei porque. Vai ver considerou que eu estava invadindo o seu habitat. Vai ver ele tem razão. A vida e a natureza. E hoje um passarinho me deu uma espécie de "cascudo" na cabeça. Vai ver era pra me alertar: "acorda, não seja tão centrada em você. O mundo precisa de menos gente individualista".

22 June 2016

o doce da vida na academia

A mesa sobre ‪#‎opressões‬, da qual fui convidada por Rafael Morais Adelson Silvestre Jr. CA Sebastião da Hora foi muito prazerosa. Estar entre estudantes-calouros(as) de Medicina, que acabaram de chegar na universidade, com toda a ansiedade pelo mundo a descobrir, por aqueles característicos brilhinhos nos pares de olhos, me fez entender um pouco mais sobre meu percurso como pesquisadora e como profissional da educação. A minha tese foi apresentada novamente, hoje! Para mim,significou mais do que o dia 12 de novembro de 2015. Porque já revisitei os escritos, já escrevi novos artigos sobre e estou disposta a continuar pesquisando mais. Quando terminei a apresentação, estava agitada, satisfeita, sentindo calor, com muita vontade de continuar ali, dialogando.
Minha vida acadêmica, definitivamente, não cabe (nem quero que caiba) no lattes. De todas as experiências que tenho vivido, as atividades de ensino e extensão, sem dúvida alguma me edificam como educadora e muito mais como ser humano. Pouco me importa se isso se transforma em ponto, se estou mais ou menos produtiva, se sou citada ou não. Aos moldes da "indústria" que nos exigem e nos estimulam a produzir mais e mais, sem ao menos refletir se o que estamos produzindo tem ressonância na vida prática,essas produções não me representam. Estou muito feliz de poder fazer parte de um coletivo de mulheres, homens, lgbts, que lutam pelo fim das opressões e por muito mais liberdade e autonomia, muito mais que servir à essa lógica capitalista, esquizofrênica, empresarial e neoliberal do nosso tempo. Obrigada aos que me fazer produzir ciência para intervir na realidade da qual faço e me sinto parte. 

16 April 2016

Golpistas não passarão!

Sou muito crítica ao Governo Dilma, em especial quanto aos projetos de lei aprovados que representam ataques feitos (incessantemente) aos direitos conquistados de trabalhadores e trabalhadoras, e que (infelizmente) vem sendo a marca neoliberal do Estado Brasileiro, nos últimos anos. Ataques esses, legitimados pelo poder público, através dos nossos governantes, eleitos de forma democrática, nas urnas. É verdade que muitos dos nossos representantes não nos representam e estão trabalhando em defesa de interesses pessoais. Isso é horrível e merece o nosso repúdio. Também concordo com muitos amigos, familiares, colegas e muitos cientistas políticos que o governo do PT fez alianças indevidas, com o PMDB e outros partidos com perspectivas nada interessantes, por não atuarem em defesa dos direitos civis, sociais e humanos. O governo de Dilma é de fato indefensável. Se eu fosse a favor de todas as políticas implementadas, sobretudo no último mandato, nas áreas de educação e saúde, da rede pública, eu não teria enfrentado spray de pimenta da PM em Brasília, em setembro de 2015, junto com professores e outros servidores públicos, além dos estudantes das universidades federais que enfrentaram uma greve por quase 4 meses. Se eu fosse a favor da roubalheira generalizada não lutava diariamente por transparência das contas públicas e das ações em prol do combate à corrupção no nosso país. Também estou de acordo que Dilma não sabe discursar e que não tem empatia. MAS há algo muito maior em jogo. E isso não será decidido numa partida de futebol. Antes fosse o caso. Seria divertido. Só que não.

27 March 2016

DESABAFO


Em todos esses anos de "rede", não me lembro de ter ido na página de ninguém para deixar registrado um comentário raivoso ou desrespeitoso. Se eu não gosto do que vejo ou leio, eu não curto, não compartilho. Posso até me posicionar e contra-argumentar, mas não escrevo desaforos, nem desqualifico o que aquela pessoa acredita ser legal, divertido e bacana de publicar. Viva a nossa preciosa liberdade de expressão. Eu respeito.
Me faz bem estar entre os que defendem a democracia. Gosto de fazer parte dos que lutam para que haja clareza e transparência nos processos a que estamos implicados. Gosto de vizinhos. Gosto de dar bom dia, boa tarde, boa noite. Gosto de dizer obrigada. Gosto de pedir perdão. Gosto de dizer "boa sorte". Gosto de compartilhar escritos que me afetam. Gosto de doar. Gosto de elogiar. Gosto de validar afetos. Gosto de parabenizar e comemorar as minhas e as conquistas alheias. Gosto de dar dicas de emprego. Gosto de mediar escritas, de dizer que paralisação é com S e não com Z. Gosto de agradecer. E gosto, sobretudo de ser sincera. E tenho feito muitos amigos, felizmente.
Mas tenho observado que esse não é um jeito de [con]viver de todo mundo. Com certeza discordar é normal! Óbvio que aprendemos e crescemos considerando a diversidade. Desqualificando, não. Eu não me incomodo com os que pensam diferente. A questão é mais que política ou ideológica. É humana. Das relações que se aprendem enquanto nos educamos para viver em sociedade. Toda forma de intolerância deve ser combatida.
Mas a palavra, ah, as palavras, muitas vezes tem sido mal ditas (ou malditas?).
Que sigamos nessa luta diária por um projeto de sociedade que talvez não exista, em tempos de barbárie e tanta falta de respeito.
Se a sexta foi santa, que o domingo seja de paz. E que na segunda não esqueçamos de agradecer pelo trabalho que desenvolvemos com ética e seriedade. Seja em que esfera for, pública ou privada.

21 September 2015

"oh, mundo tão desigual..."

Aí com um discurso lindo, verdadeiro, impactante, feito pela PRIMEIRA atriz NEGRA que ganhou um prêmio cobiçado, eu desabei. Após dias e dias na feitura da tese, pensando a partir de muitos olhares, muitos autores, todos unânimes, com milhões de argumentos que comprovam a falta de oportunidades dos negros, no mundo todo (pior que não é só aqui)... aí, nesse mesmo dia que essa atriz linda comove um monte de gente, em seguida eu escuto na televisão, um adolescente se tremendo de medo, tendo que explicar que não é culpado por nada do arrastão na zona sul carioca, só porque ele "aparenta" ser culpado. É mesmo verdade: não basta ser pobre para aparentar ser bandido, assaltante, marginal, drogado, traficante... e por aí vai... é preciso ser preto, e essa é a condição para se rotular todo mundo num grande balaio. É isso que o policial pensa, no automático, ao vistoriar, com toda a sua "sensibilidade " e levar todo mundo preso, sem nenhuma flagrante, sem nenhuma prova concreta, a não ser a dos grandes olhos raivosos, cheios de preconceito.

4 September 2015

sobre a construção social negativa do Outro

"É racista quem defende a superioridade sócio-genética de um grupo; é etnicista quem defende a superioridade da sua comunidade imaginada de origem; é xenofobista quem defende a preeminência e a supremacia de uma nação. Nos três casos está em jogo a luta pelo monopólio dos recursos de poder, em função dos marcadores: pigmentação no primeiro caso, pequena comunidade imaginada no segundo, grande comunidade no terceiro". Carlos Serra, moçambicano, doutor em Sociologia, me ensinando a ler direito todo esse caos social que vivenciamos.

Em minhas andanças por aí, já conheci muita gente preconceituosa e limitada. Quando conheci Roma, a cidade mais linda do mundo, tive uma decepção com alguém que considerava muito legal e de quem gostava muito. Descobri, no entanto, que ele é um preconceituoso, desses bem perversos. Mas  me disse que o preconceito era meu, por achar que ele tinha preconceito! (risos)
Era o primeiro dia de aventura para conhecer a cidade. Estava animada demais e ansiosa, igualmente. Nós entramos num ônibus bastante cheio. Eu logo encontrei uma poltrona e me sentei, e perguntei se ele não iria se sentar ao meu lado. Acenou bravo (de carranca). Eu perguntei o porquê. Me justificou assim: "é que estão sujas. São usadas por esses imigrantes imundos, drogados e ladrões que fazem uso (indevido, claro) dos serviços públicos. Daqui uns anos não teremos mais romanos em Roma. Eles (com toda a repulsa) vão invadir tudo".
Eu tive vontade de cuspir na cara dele, mas sou educada e cordial. Apenas lhe respondi: penso que essa é uma situação especial. Entendo que seja responsabilidade e obrigação do Estado acolher e propor políticas sociais para esses grupos marginalizados. Eles precisam de moradia, educação, transporte e trabalho, como você, como eu, como qualquer ser humano.



Citação extraída do livro O que é racismo, organizado por Carlos Serra, em 2014.

22 August 2015

6 é metade de 12: quase na puberdade!

O aniversariante me forçou a dormir fora do horário habitual. A tarefa de casa era bem simples: listar as postagens que prometi fazer, das andanças que fiz pelo mundo afora, entre setembro de 2014 e junho de 2015. E exigiu mais: no mínimo 6 grandes postagens. O desafio foi aceito. Resolvi dar um intervalo na tese, de poucas horas, e resolvi voltar a sonhar com a escrita livre.